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Sopa


Com melodias, letras psicodélicas e tropicalismo, a banda Sopa mostra que não existem parâmetros quando a idéia é inovar e experimentar novos sons. Com instrumentos que vão do xilofone à gaita de boca, os cinco integrantes da Sopa se alternam buscando a sonoridade ideal para cada música. Todas as canções são de autoria da banda sendo que o espírito de grupo prevalece, com pouquíssimas composições individuais. A Sopa teve sua estréia em outubro de 2005 na Faculdade de Artes do Paraná, e um mês depois já era residente na Aoca Bar, somando mais de 50 apresentações no primeiro ano de banda. No final de 2006, a Sopa gravou ao vivo seu primeiro EP, contendo 4 músicas: “Mosca”, “Oras Bolas”, “Quase Quase” e “Carrossel”. No carnaval de 2007 a Sopa se apresentou no segundo Festival Psicodália de Carnaval e atualmente o grupo prepara seu primeiro álbum que deve ser lançado no final de 2007.

Integrantes:
Ivan Halfon (Bateria/Voz/Xilofone)
Alexandre Oziecki (Baixo/Voz/Teclado)
Fábio Laskavski (Baixo/Violão/xilofone)
Daniele Madrid (Voz/Percussão/Violino)
Victor Daniel (Flauta/Voz/Violão)
Higor Wendrychowski (trompete)

Links:
http://www.myspace.com/bandasopa

Sinhá Vitória


Rock com melodia. A força da música com peso para ouvidos afinados. Essa é a proposta da Sinhá Vitória, banda de rock formada em Curitiba em 2000 e que vem conquistando seu espaço no país, mostrando que qualidade ainda tem lugar no cenário musical.
Formada por Nilton Paris (voz), Fábio Serpe (guitarra e viola), Ricardo "Peu" Grassi (bateria) e David Kawamura (baixo e piano), a banda está começando a divulgação de seu terceiro CD independente, Nenhuma Sombra Por Perto. O nome foi inspirado no poema Retirante de Lupércio Mundim, que aborda a dificuldade enfrentada pelo povo nordestino. O título é uma analogia aos percalços enfrentados pela personagem de Graciliano Ramos (inspiração do nome da banda) e as dificuldades que as bandas independentes encontram no cenário nacional.
A Sinhá Vitória traz nesse novo trabalho as mesmas influências do rock dos anos 60 e 70, com pegada forte, som vigoroso, instrumental, letras e riffs marcantes, mas com algumas novidades. Há a presença de viola caipira (Superfície, Pra Muito Longe, Nenhuma Sombra Por Perto) além de uma música acompanhada pelo piano e viola (Só Por Um Instante, que, inclusive, já está na programação normal da FM Palermo de Buenos Aires!).
Na revista Guitar Player nº 119, março de 2006: "Letras e riffs marcantes, pegada forte e influência do rock dos anos 60 e 70 são os ingredientes do terceiro disco da banda curitibana Sinhá Vitória, Nenhuma Sombra Por Perto.Em seu novo trabalho, a Sinhá Vitória mostra um som consistente e maduro, provando que o Brasil tem ótimas bandas que fazem rock em português"
Drop Music, janeiro de 2006: “Nenhuma Sombra Por Perto, novo disco dos paranaenses da Sinhá Vitória é puro rock, mais até que seu álbum anterior, que por sinal levava o nome de Rock. Mas isso não é nenhuma surpresa, esse é o caminho que a banda percorre desde o trabalho de estréia, lá pelo começo do século - para os íntimos, 2001 - Neste terceiro trabalho as influências continuam as mesmas, o bom e velho hard rock setentista, blues e metal, mas sem esquecer do pop. Essa é a receita para um bom álbum, recheado de bons arranjos e muito bem produzido e com boas letras. Ao todo são onze canções, mesclando rocks com baladas pegajosas, Nenhuma Sombra Por Perto merecia ter saído por uma grande gravadora, contando com boa publicidade e divulgação, pelo menos assim o grande público teria uma chance maior de ouvir belas canções como Cortina de Fumaça, o rockão de Até o Fim ou as belas baladas Superfície e Só Por Um Instante. Uma pequena amostra do pop que boa parte dos ouvintes de rádio não conhece. Se você está cansado das mesmas bandas, procure pelo disco da Sinhá Vitória”.
Revista Comando Rock nº26, junho de 2006: "Com fortes inspirações na literatura nacional, o conjunto curitibano Sinhá Vitória – nome inspirado no personagem de Graciliano Ramos – mostra uma sonoridade inspirada pelo rock dos anos 60 e 70 em seu terceiro disco. O álbum traz uma pegada forte e instrumental vigoroso, que se torna um rock direto, mas sem deixar a singularidade de lado. Uma prova disso é a presença da viola caipira em algumas boas faixas, como “Superfície” e “Nenhuma Sombra Por Perto”. Após dois belos trabalhos, a banda se fixa definitivamente com a mistura inteligente desse novo CD"
Rock, o segundo CD da banda, lançado no final de 2003, trouxe estampado no nome o estilo que a Sinhá Vitória vem pra mostrar e vem rendeno bons frutos até hoje. A música “Um Barco Estrangeiro” faz parte do Volume 5 da coletânea da Alltracks Rockwear, com uma tiragem de 50.000 cópias e distribuição nacional – Disco de Ouro!! Várias músicas ainda estão tocando nas rádios de todo Brasil e da Argentina, sendo, inclusive, o clipe de Sinhá Vitória veiculado na MTV e Multishow. A banda ainda foi destaque no programa PLUG-RPC (Rede Globo).
Pela Revista da MTV (nº 33, janeiro de 2004), sobre o álbum Rock: "o grupo (cujo nome homenageia Graciliano Ramos e seu Vidas Secas) faz rock setentão de boa cepa. Além de ótimas composições próprias, o CD traz uma versão hard para Admirável Gado Novo (Zé Ramalho)". A regravação, aliás, rendeu elogios do próprio Zé Ramalho.
Com votação feita pelo público, a Sinhá Vitória recebeu a grata notícia de oito indicações no IX Prêmio Saul Trumpet (2004): Melhor cantor, banda / grupo, instrumentista, música, show, CD, capa / encarte e melhor disco / CD paranaense de todos os tempos.
Dia Mundial do Rock, 13 de julho de 2004, a Sinhá Vitória foi escolhida como a representante do rock no palco principal do 14º Festival de Inverno da UFPR - Antonina/PR, levantando a platéia de 9.000 pessoas. Foram destaque também no FERA, promovido pelo governo do PR.
A boa aceitação vem desde o primeiro CD, Sinhá Vitória (2001), quando, com sua primeira formação (com Zica no baixo e Edinho de Ramos na bateria), a banda foi campeã de votos em Curitiba do Festival de Bandas Semp Toshiba Transamérica 2002. De quebra, ainda conquistaram o título de Melhor Grupo Musical Paranaense na VI Edição do Prêmio Saul Trumpet (o mais importante do Estado do Paraná), antes mesmo de terem feito seu primeiro show!
Em 2007, a Sinhá Vitória terá CD novinho saindo do forno com muitas novidades, e vai estar por aí rodando o Brasil, divulgando a boa música.

Integrantes:
Nilton Paris - voz
Fábio Serpe - guitarra e viola
Ricardo "Peu" - Grassi bateria
David Kawamura - baixo e piano

Links:
www.sinhavitoria.com.br
sinhavitoria.blogspot.com

Sofia


... breves dias que se renovam em pupilas dilatadas, breves horas que se desfazem em movediças incompreensões... o que mais do humano pode pertencer ao tempo que escorre pelos dedos, o que mais do tempo pode pertencer a nós, senão o sinal dele em nossas rugas... o humano e o tempo se assemelham quando o humano estabelece o conflito, e tudo se difere quando o tempo sem força alguma diz a nós o que não podemos e nem ousamos querer ouvir... (entre o tempo e todos aqueles que gostaríamos de ter por perto)


Integrantes:

Normando Spengler - Baixo

Emerson Gus - Guitarra

Edson Ramos - Voz


Links:


Sincopé

Cinco sentimentos, cinco pés. Sincopados num pensamento, sincronia dos momentos. Cinco minutos, muito prazer, somos a Sincopé.Criada há um ano atrás, da reunião de cinco jovens estudantes de música unidos pela amizade e pela vontade de fazer surgir uma sonoridade a partir de diversos estilos, a banda Sincopé se volta à MPB e ao samba, buscando sempre a inovação e a mistura de ritmos brasileiros com letras ora críticas em relação à sociedade, ora introspectivas.Atualmente é formada por quatro integrantes: Isaac Dias (violão e cavaquinho), Fabiolle Longhi (flauta doce, gaita de boca, escaleta), Natalia Bermúdez (voz e percussão) e Mariana Guedes (voz), contando, nas apresentações, de diversas participações percussivas.Ao longo de seu show são apresentadas pérolas da MPB, acompanhadas de samba e baião, sem esquecer das músicas próprias. Sua primeira apresentação foi no palco da Faculdade de Artes do Paraná, berço de sua formação, seguida de diversas apresentações em eventos da própria faculdade. Apresentou-se na primeira Mostra IMarginal, organizada pelos alunos de teatro, tendo uma ótima resposta do público. A partir de 2007 a banda passou, além das composições próprias, a tocar temas da música popular, sambas e bossas, com influências como Chico Buarque, Djavan, Adoniran Barbosa, Tom Jobim, Los Hermanos e Lenine, e todas as quintas-feiras se apresenta no Kapelle Pub, tradicional bar de Curitiba. A banda revela, por sua formação jovem, uma grande efervescência criativa, que absorve diversos recursos rítmicos e permite uma musicalidade espontânea.


Integrantes:
Gustavo Tavares de Mello - Bateria/Percussão
Mariana Guedes - Voz/Percussão
Fabiolle Longhi - Flauta/Gaita
Isaac Dias - Cavaquinho /Violão
Natalia Bermúdez - Voz/Percussão

Links:
http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=46012



Stereo33

Profissionalismo, seriedade e talento se unem na banda que está despontando para o cenário músical. Em janeiro de 2004, depois de um ano de banda, a Strike perde seu baterista por uma proposta de trabalho nos Estados Unidos. Em Março de 2004, um trágico acidente tira a vida do líder e vocalista da banda Extromodos, banda que estava no cenário musical curitibano desde 1997. Chega outubro de 2004, e o então baterista da Extromodos, Alvaro Júnior, aceita o convite de formar uma nova banda com os remanescentes da Strike – Zé, Rafael e Kojake- surgindo assim a STEREO 33.Com apenas dois meses de formação, reconquistando os públicos das duas bandas e conquistando novos, a STEREO 33 foi convidada para assumir como residente um dia por semana numa das maiores e melhores casas de Rock de Curitiba-PR.As virtudes adquiridas com a experiência das bandas anteriores tomam novas formas. A cada show a Stereo 33 torna a apresentação melhor. A banda está investindo nas músicas próprias, como "Escolher Cair", "Strike" e "Basta você ver", que estão disponíveis no Demo da banda, e recebem influências de algumas bandas interpretadas durante o show, como Pearl Jam, Red Hot Chili Peppers, Jimi Hendrix, Stevie Ray Vaughan, entre outras.Na tentativa de descrever o gênero de seu som, a banda diz o seguinte: "STEREO 33 busca no cenário musical atual o som que expressa sentimento, que expressa arte e que expressa o rock."

Integrantes:
Alvaro José de Oliveira Neves Junior :: Baterista
Felipe Fanini Maciel (Kojake) :: Baixo
José Paulo Guimarães Travagin:: Voz
Fabrício Bééh :: Guitarra



Links:

http://www.stereo33.com.br/
http://www.myspace.com/stereo33
http://www.fotolog.com/stereo33
http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=16811

Syd Vinicius


Com dez anos de estrada e bares de Curitiba, lançou em novembro de 2002 o primeiro CD que leva o nome da banda e traz sete composições próprias e duas regravações, Construção, de Chico Buarque, e O Quereres, de Caetano Veloso. O som do grupo é o que se pode chamar de rock'n'roll funkeado com um pitada de psicodelia. Todas as músicas do grupo são em português. A identidade da banda foi formada pela influência de cada um dos integrantes. O vocalista Adriano Antunes, por exemplo, é influenciado claramente pela MPB, já o guitarrista Anselmo Neto levou para o grupo o blues. O baterista Vander Ferreira gosta de um bom funk, daqueles à la George Clinton, enquanto o baixista Rodrigo Panzone traz a influência do rock e do progressivo. As letras das músicas são poesias sempre voltadas para o cotidiano, falam da cidade, amores, futebol e a realidade brasileira. O Syd Vinícius toca fixo nos bares, Empório São Francisco e John Bull Pub. Já abriu shows de Wilson Sideral, Barão Vermelho, Capital Inicial e Jota Quest. A banda foi formada no verão de 1996 para tocar nas principais praias do litoral paranaense e, mantém até hoje, a formação original coisa rara no mundo da música. Já participou duas vezes do programa Ciclo Jam, da TV Educativa, participou de uma homenagem a George Harrison, a qual foi ao ar no Jornal da Globo no dia da morte do músico. Em 2003 receberam o prêmio Saul Trompete como melhor banda de rock. Apresentaram-se também no projeto Rock Nas Ruínas, realizado pela Rádio Rock 96 com o apoio da Fundação Cultural de Curitiba.

Integrantes:
Vander Ferreira - Bateria
Adriano Antunes - Voz
Anselmo Neto - Guitarra
Rodrigo Panzone - Baixo

Links:

Seminovos

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Seminovos começou com uma brincadeira de lá, ré e mi. Em novembro de 2005, Emílio, Fernanda, Filipe, Guilherme e Thiago se juntaram para tocar um pouco de rock antigo, sem muita pretensão, em festas e refeitórios da faculdade.

Começou com Jerry Lee Lewis, passou pra Beatles, acabou incorporando Strokes, tropeçou em Franz Ferdinand e, agora, estão partindo para as músicas próprias. A salsada do repertório de covers acabou refletido nas composições, que também misturam rock clássico com uma pitada de altenativisses. O primeiro hit “Te coloquei debaixo do meu travesseiro (Agora eu quero acordar)” é a prova de que a união do velho e do novo rock pode ser bem sucedida.Com planos de gravar um Ep ainda este ano, a banda de guitarras, baixo, bateria, teclado e acordeon já apareceu em bares como Hermes, Korova, extinto Motorrad e Porão Rock Clube.

Integrantes:
Nanda (Voz, teclado e gaita-ponto)
Emílio (Voz e guitarra)
Fi (Voz e guitarra)
Gui (Baixo)
Naka (Bateria)

Links:
http://www.myspace.com/seminovos
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7215433

Sexofone

Tudo começou em 1993, dentro de uma sala de aula do Segundo Colegial, em um Colégio de Curitiba. Ângelo neto, recém-chegado de Umuarama, no interior do Paraná, para estudar na Capital, conhece Fábio Ciba. O entrosamento não ocorreu só na amizade, mas também musicalmente. Ciba era guitarrista e neto Também. O sonho de ter uma banda era de ambos. Por intermédio de uma amiga, Ângelo e Ciba conhecem Carlinhos. Era o que precisavam. Bom gosto e técnica comandando as baquetas.

Em 1996 a Sexofone entra em estúdio para gravar a sua primeira demo com 4 músicas, sendo uma delas Suzete Laranja, que mais tarde se tornaria um dos Hits da banda. A porta de entrada para o profissionalismo da banda aconteceu em 1997, quando Ângelo conhece na faculdade o amigo Sílvio que estava abrindo um bar e estava atrás de bandas. Não desperdiçando a chance, a banda logo começou a crescer em público e em técnica. Tocavam covers de rock and roll e colocavam no meio do repertório trabalhos autorais. Assim a Sexofone foi conquistando seu público e enchendo cada vez mais a casa. Logo Sílvio, o dono do bar, o famoso Empório São Francisco, fixou os meninos no sábado. Foi a primeira banda fixa da casa. Já com um público cativo, Carlinhos deixa a banda em 1998. Seria o fim da Sexofone? – pensam os fundadores. Mas nada estava perdido. Com uma brasilidade ímpar em sua estética e técnica musicais, Claudinho trouxe o lado percussivo e swingado para o grupo. Sem falar que era mais uma voz cantando, diferencial importante para a banda. Em 2001 juntam suas forças e lançam seu primeiro álbum, intitulado “Acorde, Escute, Escuto”. O público reagiu positivamente às canções, como “Quem é você?”, “A Bola”, “Suzete Laranja” e “Anos 70”, esta última lançada como single no ano anterior ao lançamento do CD. Em 2002 as músicas Anos 70 e Gastro Dilatado são incluídas na coletânea Atmosfera do jornal Gazeta do Povo e no Filme Curitiba O Gralha Azul. Em dezembro de 2004, a banda lançou o EP “Dentro da Capital”, com 4 músicas próprias e com um amadurecimento musical evidente, comparado com o primeiro CD.

Em 2005 a banda é convidada pela TV Bandeirante à compor uma música tema para o programa estadual Band Pé no Rio. No Final deste mesmo ano, a banda entra em estúdio para a gravação de seu 3º disco O Bicho da vez.

Um novo ano chega e traz consigo uma mudança, é anunciada a saída de Claudinho Brasil, que parte para carreira solo. Ângelo e Ciba decidem uma mudança radical na formação da banda e chamam de volta seu primeiro baterista, Carlinhos, e convidam mais um guitarrista, Charlie Thompson, ex-Crackerjack. Esta mudança deu nova cara à banda, mais energia e liberdade aos integrantes. O Show tem um formato novo, onde até um teclado foi incluído. Para 2007 a Sexofone seu 3º Disco, O Bicho da Vez. Aguardem!!!

Integrantes:


Ângelo Neto (Guitarra e Vocais)
Fábio Ciba (Baixo Vocais)
Carlinhos (Bateria)
Charlie Thompson (Guitarra)

Links:

http://www.sexofone.cjb.net/


Sabonetes

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Quem percorre os redutos rock de Curitiba já deve ter ouvido falar dos Sabonetes. Com quatro integrantes influenciados pelo velho samba e pelo novo rock, a banda Sabonetes vem agitando as pistas de dança desde 2004.

integrantes:
Wonder (voz e guitarra)
Artur (voz e guitarra)
Samuel Salim (baixo)
Alexandre Caja (bateria e percussão)

Links:
http://www.myspace.com/sabonetes
http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=22867
http://www.purevolume.com/sabonetes


Stella-Viva

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Stella-viva é uma corrente de pensamento entre amigos. O repertório constitui-se de composições próprias que buscam as mais variadas influências vertendo-as em canção popular. As melodias tratam do frenesi dos temas urbanos buscando a expressão (e porventura a relevação) do contexto em que vivemos. O conjunto disso é uma sugestão estética.

Integrantes:
Rafael Costa
Fernado Rischbieter
Júlio Epifany
Sérgio Monteiro Freire

Links:
http://www.myspace.com/stellaviva